Gestão da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica no RS

Desde 1998, o Curicaca faz parte da coordenação do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (CERBMA), ajudando a preservar esse que é um dos principais biomas do Brasil, que se encontra tão degradado e, no entanto, é tão representativo na diversidade de espécies que abriga. O bioma se estende por uma grande parte do território longitudinal do país, de modo que a Mata Atlântica é um dos mais complexos conjuntos de ecossistemas do mundo devido à diversidade de suas espécies vegetais e animais.

 

O Instituto Curicaca foi reconduzido à presidência do Comitê, para mais três anos de mandato, durante o triênio de 2020-2022 Completado esse ciclo, serão 9 anos de Curicaca no maior posto do CERBMA, anos de muitas lutas e conquistas em prol da preservação da Mata Atlântica e de sua biodiversidade. A vice-presidência é da Secretaria Estadual de Cultura do Rio Grande do Sul.

A Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (RBMA) é a maior reserva da biosfera em área florestada do planeta, abrangendo áreas dos 17 estados brasileiros de ocorrência natural do Bioma Mata Atlântica. Foi a primeira reserva reconhecida no Brasil pela Unesco em 1991. É um exemplo mundial de estímulo às boas práticas na manutenção do equilíbrio entre a qualidade ambiental, o desenvolvimento sustentável e a manutenção da biodiversidade.As principais funções da Reserva são: a conservação da biodiversidade e dos demais atributos naturais da Mata Atlântica, incluindo a paisagem e os recursos hídricos; a valorização da sociodiversidade e do patrimônio étnico e cultural a ela vinculados; fomento ao desenvolvimento econômico que seja social, cultural e ecologicamente sustentável e apoio a projetos demonstrativos; produção e difusão do conhecimento, educação ambiental e capacitação, pesquisa científica e monitoramento.

 

Composto por 18 instituições governamentais e não governamentais que formam um colegiado deliberativo junto com o Conselho Nacional, segundo lei do Sistema Nacional de Unidades de Conservação (SNUC) e outras regulamentações. Nas zonas núcleos, o SNUC permite apenas a realização de ecoturismo e pesquisas científicas sobre processos naturais. Na zona seguinte, chamada de zona de amortecimento, são permitidas apenas práticas de uso sustentável do solo e dos bens naturais, como sistemas agroflorestais e agricultura ecológica, ou seja, que não causem prejuízo às zonas núcleo.

Situação: em andamento


Equipe envolvida: Alexandre Krob,  


Apoio financeiro: (?)


Parceiros: Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Secretaria Estadual de Cultura...

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