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Governo libera a pesca de 33 espécies ameaçadas

Depois da propaganda (desconsiderem), vem a matéria veiculada no Jornal do Almoço sobre o descuido com os peixes marinhos da Lista Vermelha do RS. Mostra o problema, suas graves consequências, as diferentes visões, os conflitos e conveniências na interpretação da lei e a motivação do Ministério Público para a Ação Civil Pública. Um reparo necessário é quanto aos pescadores artesanais mencionados pelo Sindicato, que não são os que foram multados em milhões pelo IBAMA. Foram sim os empresários da indústria de pesca. As espécies de peixes oceânicos que motivaram as apreensões de forma alguma são capturadas por pescadores artesanais, que não têm barcos industriais de alto mar. Essa ideia ajuda na estratégia empresarial e do Ministério da Pesca de atribuir à proibição da captura de espécias ameaçadas um falso contexto social que confunde, sensibiliza e manipula a sociedade leiga. O pescador artesanal está lançando linhas e redes na praia, no máximo entrando em um bote, quando raramente tem. Ele abastece um mercado local reduzido, diferente do mercado nacional e internacional privilegiado que alcança a pesca industrial. Fique atento !!!

Ah, o Alexandre Krob, na matéria, é membro do Instituto Curicaca, embora a RBS tenha preferido não divulgar o nome da ONG.


Para acessar o vídeo, basta clicar na imagem:


Reportagem Jornal do Almoço

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