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Rede de ONGs da Mata Atlântica do RS define reestruturação e indicações ao CERBMA

A Rede de ONGs da Mata Atlântica do Rio Grande do Sul (RMA-RS) se reuniu no fim de junho, em Três Coroas, para definir as três instituições que representarão a sociedade civil no próximo mandato do Comitê Estadual da Reserva da Biosfera da Mata Atlântica (CERBMA/RS). Na oportunidade, foi definida também a reestruturação da Rede, que passará a ter uma coordenação tripartite.


Instituto Curicaca, Projeto Miraserra e ASTEPAN foram as instituições indicadas ao Comitê. Os nomes foram passados à Assembleia Permanente de Entidades em Defesa do Meio Ambiente do Rio Grande do Sul (APEDeMA), que formaliza a manifestação. As duas primeiras já faziam parte do fórum no mandato de 2010 a 2013, já a ASTEPAN entrou no lugar da Ação Nascente Maquiné (ANAMA).


A necessidade de articular a indicação levou a reflexões sobre a atual estrutura da Rede de ONGs da Mata Atlântica/RS. O Projeto Miraserra tem atuado como elo entre a Rede Nacional e a Estadual. O formato já havia sido substituído no Rio Grande do Sul por uma composição com três ONGs compartindo responsabilidades e fortalecendo a horizontalidade necessária em uma Rede. A importância dessa forma de organização foi um dos temas debatidos e levou à conclusão de que é necessário fortalecê-la frente à RMA Nacional.


A partir disso, foi definido que os novos integrantes da coordenação tripartite (Instituto Curicaca, Projeto Miraserra e Onda Verde) assumirão a reorganização da Rede. A próxima reunião da RMA/RS acontecerá em agosto, em Porto Alegre, quando o Curicaca receberá as demais ONGs da Rede.

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